doping-area

Lista de substâncias proibidas de 2012 pelo Código Mundial Antidoping

Resolução N° 33, de 28 de dezembro de 2011 aprova a lista de substâncias e métodos proibidos na prática desportiva para o ano de 2012.

De acordo com o artigo 4.2.2 do Código Mundial Anti-Dopagem todas as substâncias proibidas devem ser consideradas como “substâncias especificadas”, exceto substâncias das classes S1, S2, S4.4, S4.5, S6.a, e métodos proibidos M1, M2 e M3.

Substâncias e métodos proibidos permanentemente (em competição e fora de competição):

SUBSTÂNCIAS PROIBIDAS

S0. SUBSTÂNCIAS NÃO APROVADAS
Qualquer substância farmacológica que não esteja referenciada por nenhuma das seções subseqüentes desta lista e sem aprovação em curso por autoridade governamental regulamentadora da saúde para uso terapêutico em humanos (ex.: drogas em desenvolvimento pré-clínico ou clínico ou descontinuadas, drogas de desenho, medicamentos veterinários) são proibidas em qualquer tempo.

S1. AGENTES ANABÓLICOS
Agentes anabólicos são proibidos.

1) Esteróides Anabólicos Androgênicos (EAA)

a. EAA exógenos*, incluindo:

1-Androstenodiol (5α-androst-1-eno-3ß,-17ß-diol); 1-androstenodiona (5α-androst-1-eno-3,17- diona); bolandiol (estr-4-eno-3ß,17ß-diol); bolasterona, boldenona; boldiona (androsta-1,4- dieno-3,17-diona); calusterona; clostebol; danazol (17α-etinil-17ß-hidroxiandrost-4-eno[2,3-d] isoxazola); dehidroclorometiltestosterona (4-cloro-17ß-hidroxi-17α-metilandrosta-1,4- dien-3-ona); desoximetiltestosterona (17α-metil-5α-androst-2-en-17ß-ol); drostanolona; etilestrenol (19-nor-17α-pregn-4-en-17-ol); estanozolol; estembolona; fluoximesterona; formebolona; furazabol (17ß-hidroxi-17α-metil-5α-androstano[2,3-c]furazana); gestrinona; 4-hidroxitestosterona (4,17ß-dihidroxiandrost-4-en-3-ona); mestanolona; mesterolona; metandienona (17ß-hidroxi-17α-metilandrosta-1,4-dien-3-ona); metandriol; metasterona (2α,17α-dimetil-5α-androstan-3-ona-17ß-ol); metenolona; metildienolona (17ß-hidroxi- 17α-metilestra-4,9-dien-3-ona); metil-1-testosterona (17ß-hidroxi-17α-metil-5α-androst- 1-en-3-ona); metilnortestosterona (17ß-hidroxi-17α-metilestr-4-en-3-ona); metribolona (metiltrienolona, 17ß-hidroxi-17α-metilestra-4,9,11-trien-3-ona); metiltestosterona; mibolerona; nandrolona; 19-norandrostenodiona (estr-4-eno-3,17-diona); norboletona; norclostebol; noretandrolona; oxabolona; oxandrolona; oximesterona; oximetolona; prostanozol (17ß-hydroxy-5α-androstano[3,2-c]pirazola); quimbolona; 1-testosterona (17ß-hidroxi-5α- androst-1-en-3-ona); tetrahidrogestrinona (18a-homo-pregna-4,9,11-trien-17ß-ol-3-ona); trembolona e outras substâncias com uma estrutura química similar ou efeitos biológicos similares.

b. EAA endógenos** quando administrados exógenamente:

androstenodiol (androst-5-eno-3ß,17ß-diol); androstenodiona (androst-4-eno-3,17-diona) ; dihidrotestosterona (17ß-hidroxi-5α-androstan-3-ona); prasterona (dehidroepiandrosterona, DHEA); testosterona e seus metabólitos e isômeros, incluindo mas não limitados a:

5α-androstano-3α,17α-diol; 5α-androstano-3α,17ß-diol; 5α-androstano-3ß,17α-diol; 5α-androstano-3ß,17ß-diol; androst-4-eno-3α,17α-diol; androst-4-eno-3α,17ß-diol; androst- 4-eno-3ß,17α-diol; androst-5-eno-3α,17α-diol; androst-5-eno-3α,17ß-diol; androst-5-ene- 3ß,17α-diol; 4-androstenodiol (androst-4-eno-3ß,17ß-diol); 5-androstenodiona (androst-5- eno-3,17-diona); epi-dihidrotestosterona, epitestosterona; 3α-hidroxi-5α-androstan-17-ona; 3ß-hidroxi-5α-androstan-17-ona; 7α-hidroxi-DHEA; 7ß -hidroxi-DHEA; 7-keto-DHEA; 19-norandrosterona; 19-noretiocolanolona.

2) Outros agentes anabólicos, incluindo, mas não limitados a:
Clembuterol, moduladores seletivos de receptores androgênicos (SARMs), tibolona, zeranol, zilpaterol.
Para compreensão desta seção: * “exógeno” se refere a uma substância que não é capaz de ser produzida pelo corpo naturalmente. ** “endógeno” se refere a uma substância que pode ser produzida naturalmente pelo corpo.

S2. HORMÔNIOS PEPTÍDICOS, FATORES DE CRESCIMENTO E SUBSTÂNCIAS AFINS
As seguintes substâncias e seus fatores de liberação são proibidos:

1. Agentes estimuladores da eritropoiese [e.x. eritropoietina (EPO), darbepoietina (dEPO), estabilizantes de fatores induzíveis por hipóxia (HIF), metoxi polietileno glicol-epoetina beta (CERA), peginesatide (Hematide)];

2. Gonadotrofina Coriônica (CG) e Hormônio Luteinizante (LH) em homens;

3. Insulinas;

4. Corticotrofinas;

5. Hormônio do Crescimento (GH); Fator de Crescimento semelhante à Insulina-1 (IGF-1), Fatores de Crescimento Fibroblásticos (FGFs), Fator de Crescimento de Hepatócitos (HGF), Fatores de Crescimento Mecânicos (MGFs); Fator de Crescimento derivado de Plaquetas (PDGF), Fator de Crescimento Endotelial-Vascular (VEGF) e assim como qualquer outro fator de crescimento que afete a síntese/degradação de proteínas de músculo, tendão ou ligamento, vascularização, utilização de energia, capacidade regenerativa ou conversão do tipo de fibra; e outras substâncias com estrutura química similar ou efeito(os) biológico(s) similar(es).

S3. BETA-2 AGONISTAS
Todos os beta-2 agonistas (incluindo seus dois isômeros óticos onde relevante) são proibidos com exceção de salbutamol (máximo 1600 microgramas durante 24 horas), formoterol (máximo 36 microgramas durante 24 horas) e salmeterol quando administrados por inalação conforme recomendação de uso terapêutico do fabricante.

A presença de salbutamol na urina em concentração superior a 1.000 ng/mL ou de formoterol em concentração superior a 30 ng/mL é compreendida como não sendo uso terapêutico planejado e será considerada como um Resultado Analítico Adverso, a menos que o Atleta prove, através de um estudo farmacocinético controlado, que este resultado anormal seja conseqüência do uso da dose terapêutica inalada até o limite máximo exposto acima.

S4. MODULADORES HORMONAIS E METABÓLICOS

As seguintes classes de substâncias são proibidas:

1. Inibidores da aromatase incluindo, mas não limitados a: aminoglutetimida, anastrozola, 4-androsteno-3,6,17-triona (6-oxo), androsta-1,4,6-trieno-3,17-diona (androstatrienodiona), exemestano, formestano, letrozola, testolactona.

2. Moduladores seletivos de receptores de estrogênios (SERMs) incluindo, mas não limitados a: raloxifeno, tamoxifeno, toremifeno.

3. Outras substâncias anti-estrogênicas incluindo, mas não limitadas a: clomifeno, ciclofenila, fulvestranto.

4. Agentes modificadores da função(ões) da miostatina incluindo, mas não limitados a: inibidores da miostatina.

5. Moduladores metabólicos: Agonistas do Receptor Ativado de Proliferação Peroxissomal δ (PPARδ) (e.x., GW 1516) e agonistas do eixo proteína quinase PPARδ-AMP-ativada (AMPK) (e.x. AICAR).

S5. DIURÉTICOS E OUTROS AGENTES MASCARANTES
Agentes mas

carantes são proibidos. Eles incluem:

Diuréticos, desmopressina, expansores de plasma (e.g. glicerol; administração intravenosa de albumina, dextrana, hidroxietilamido e manitol), probenecida e outras substâncias com efeito(s) biológico(s) similar(es). A aplicação local de felipressina em anestesia dental não está proibida.

Diuréticos incluem:
Ácido etacrínico, acetazolamida, amilorida, bumetanida, canrenona, clortalidona, espironolactona, furosemida, indapamida, metolazona, tiazidas (e.g. bendroflumetiazida, clorotiazida, hidroclorotiazida), triantereno, além de outras substâncias com estrutura química similar ou efeito(s) biológico(s) similar(es) (excetuando-se a drosperidona, pamabrom e uso tópico de dorzolamida e brinzolamida que não são proibidas).

O uso dentro e fora de competição, conforme o caso, de qualquer quantidade de uma substância sujeita a limites máximos (ou seja, formoterol, salbutamol, morfina, catina, efedrina, metilefedrina e pseudoefedrina) associada com um diurético ou outro agente mascarante exige a concessão de uma Isenção de Uso Terapêutico específica para essa substância, além da concessão para um diurético ou outro agente mascarante.

MÉTODOS PROIBIDOS

M1. AUMENTO DA TRANSFERÊNCIA DE OXIGÊNIO
Os seguintes são proibidos:

1. Dopagem sanguínea, incluindo o uso de sangue autólogo, homólogo ou heterólogo, ou de produtos de glóbulos vermelhos de qualquer origem.

2. Aumento artificial da captação, transporte ou aporte de oxigênio, incluindo, mas não limitado aos perfluoroquímicos, efaproxiral (RSR13) e produtos à base de hemoglobina modificada (e.g. substitutos de sangue com base em hemoglobina, produtos de hemoglobina microencapsulados), excluindo oxigenação suplementar.

M2. MANIPULAÇÃO QUÍMICA E FÍSICA
Os seguintes são proibidos:

1. Manipular ou tentar manipular, visando alterar a integridade e validade das Amostras coletadas no Controle de Dopagem é proibido. Isso inclui, mas não se limita à substituição e/ou adulteração de urina (e.g. proteases).

2. Infusões intravenosas e/ou injeções maiores que 50 mL por um período de 6 horas são proibidas exceto aquelas administradas durante ocasiões de visitas hospitalares ou investigações clínicas.

3. Retirada sequencial, manipulação e reintrodução de qualquer quantidade de sangue total no sistema circulatório.

M3. DOPING GENÉTICO
Os seguintes, com o potencial de melhorar o desempenho atlético, são proibidos:

1. A transferência de ácidos nucleicos ou sequências de ácidos nucleicos;

2. O uso de células normais ou geneticamente modificadas;
Substâncias e métodos proibidos em competição
Além das categorias S1 a S5 e M1 a M3 definidas anteriormente, as seguintes categorias são proibidas em competição:

SUBSTÂNCIAS PROIBIDAS

S6. ESTIMULANTES
Todos os estimulantes (incluindo seus dois isômeros óticos quando relevantes) são proibidos, exceto derivados de imidazol para uso tópico e aqueles estimulantes incluídos no programa de monitoramento de 2012*.

Estimulantes incluem:

a: Estimulantes não especificados:
Adrafinil; amifenazola; anfepramona; anfetamina; anfetaminil; benfluorex; benzfetamina; benzilpiperazina; bromantano; clobenzorex; cocaína; cropropamida; crotetamida; dimetilanfetamina; etilanfetamina; famprofazona; femproporex; fencamina; fendimetrazina; fenetilina; fenfluramina; 4-fenil-piracetam (carfedom); fenmetrazina; fentermina; furfenorex; mefenorex; mefentermina; mesocarbo; metanfetamina (d-); p-metilanfetamina; metilenedioxianfetamina; metilenedioximetanfetamina; modafinil; norfenfluramina; prenilamina; prolintano.

Um estimulante não citado expressamente nesta seção é uma Substância Especificada.

b: Estimulantes especificados (exemplos):
Adrenalina**; catina***; efedrina****; estricnina; etamivan; etilefrina; fenbutrazato; fencanfamina; fenprometamina; heptaminol; isometepteno; levmetanfetamina; meclofenoxato; metilefedrina****; metilhexanoamina (dimetilpentilamina); metilfenidato; niquetamida; norfenefrina; octopamina; oxilofrina; parahidroxianfetamina; pemolina; pentetrazol; propilexedrina; pseudoefedrina*****; selegilina; sibutramina; tuaminoheptano e outras substâncias com estrutura química similar ou efeito(s) biológico(s) similar(es).

*As seguintes substâncias, incluídas no programa de monitoramento de 2012 (bupropiona, cafeína, fenilefri- na, fenilpropanolamina, nicotina, pipradol, sinefrina) não são consideradas Substâncias Proibidas. ** A administração local (e.g. nasal, oftalmológica) de Adrenalina ou co-administração com agentes anesté- sicos locais não é proibida.

*** Catina é proibida quando sua concentração na urina for maior do que 5 microgramas por mililitro. **** Tanto a efedrina como a metilefedrina são proibidas quando sua concentração na urina for maior do que 10 microgramas por mililitro.

***** Pseudoefedrina é proibida quando sua concentração na urina for maior do que 150 microgramas por mililitro.

S7. NARCÓTICOS
Os seguintes narcóticos são proibidos:
Buprenorfina, dextromoramida, diamorfina (heroína), fentanil e seus derivados, hidromorfona, metadona, morfina, oxicodona, oximorfona, pentazocina e petidina.

S8. CANABINOIDES
Natural (e.g. cannabis, haxixe, maconha) ou delta 9-tetrahidrocanabinol (THC) sintético e canabimiméticos [e.g. “Spice” (contendo JWH018, JWH073), HU-210] são proibidos.

S9. GLICOCORTICOSTEROIDES
Todos os glicocorticosteróides são proibidos quando administrados por via oral, retal, intramuscular ou intravenosa.
Substâncias proibidas em esportes específicos

P1. ÁLCOOL
Álcool (etanol) é proibido somente Em Competição, nos esportes abaixo relacionados. A detecção será feita por análise respiratória e/ou pelo sangue. O limite permitido (em valores hematológicos) é de 0,10 g / L.
Aeronáutica, Arco e flecha, Automobilismo, Karatê, Lancha de potência, Motociclismo

P2. BETA-BLOQUEADORES
A menos que seja especificado, beta-bloqueadores são proibidos somente Em Competição, nos seguintes esportes:
Aeronáutica, Arco e flecha (proibido também Fora De Competição), Automobilismo, Bilhar (todas modalidades), Bocha,
Boliche de 9 e 10 pinos, Bridge, Dardos, Esqui/Snowboarding (salto com esqui e estilo livre em snow board), Golfe, Lancha de potência, Luta greco-romana, Tiro (proibido também Fora De Competição), Beta-bloqueadores incluem, mas não se limitam, aos seguintes compostos:

Acebutolol, alprenolol, atenolol, betaxolol, bisoprolol, bunolol, carteolol, carvedilol, celiprolol, esmolol, labetalol, levobunolol, metipranolol, metoprolol, nadolol, oxprenolol, pindolol, propranolol, sotalol, timolol.

Fonte – Comitê Olímpico Brasileiro.  www.timebrasil.com.br

zp8497586rq
Post Transplante de Menisco TRANSPLANTE DE MENISCO

Quando falamos em Reconstrução articular, a palavra que vêm imediatamente a cabeça é prótese. A colocação de uma prótese, salvo [...]

Foto Post Calçados Esportivos A Importância do Calçado Esportivo

Nas últimas décadas, o desenvolvimento dos calçados esportivos vêm sendo uma das mais significantes contribuições da tecnologia e indústria para [...]

Dor na Perna do Esportista

Atualmente em meu consultório, uma das queixas mais comuns entre os esportistas, especialmente os corredores, sejam eles amadores ou profissionais [...]

Sem título Osteotomia Corretiva de Realinhamento dos Membros Inferiores

Vamos tentar explicar como abordar e tratar as deformidades angulares dos membros inferiores dos adultos, especialmente as pernas arquedas. Será [...]

exercícios-de-pilates Lesões comuns no Pilates

Imagine um exercício em que você utiliza a força, equilíbrio e controle do seu próprio peso, que respeita os seus [...]

A pregnant lady exercising Lesões em Mulheres, é possível prevenir?

A presença das mulheres em atividades esportivas é um fato cada vez mais frequente. Atualmente elas não se resumem a [...]

Sem título Entenda a Pubalgia

A pubalgia se caracteriza pela presença de dor, na região baixa do abdômen e na virilha. Descrita pela primeira vez [...]

Sem título INCIDÊNCIA DE FRATURAS POR ESTRESSE EM JOGADORES DE FUTEBOL DAS CATEGORIAS DE BASE

Objetivo: Comprovar a incidência de fratura por estresse em jogadores das categorias de base de um grande clube de futebol [...]

tenis Conheça as lesões mais frequentes no tênis

O tênis é um esporte que requer concentração, coordenação, agilidade e habilidade específica, além de uma relação direta entre a [...]

98838cabd962f2ce5d616cf98ac90b65 (1) Dr. Rodrigo Góes e Instituto Reação comemoram parceria de sucesso

Desde 2012, o Dr. Rodrigo Góes é parceiro do Instituto Reação, fundado pelo medalhista olímpico Flávio Canto. Integrando o programa Reação Saúde, o [...]

rodrigo Lesões em esportes náuticos – do surfe à vela

O número de esportes praticados no mar, em lagos ou rios cresce a cada dia com esportistas aventureiros em busca [...]

oficial PB A participação do Brasil no Festival Olímpico da Juventude da Austrália

O Festival Olímpico da Juventude da Austrália é um dos maiores eventos esportivos para jovens do mundo e contou com [...]

Dr. Rodrigo e os anéis olímpicos Olimpismo e Movimento olímpico

Movimento Olímpico O esporte como instrumento de transformação social Um movimento com base social em prol do desenvolvimento do Homem [...]

Rodrigo e Belfort e thales MMA e as suas principais lesões

O esporte que mais cresce atualmente no mundo, e que cada vez tem mais adeptos e praticantes, as Artes Marciais [...]

O “experiente” Filipe Marcelino, de 5 anos, corre desde os 3 anos. “Sempre trago os meus primos para participar comigo”, conta. Foto: Guto Maia Crianças correm como “gente grande” em pistas de atletismo

Revista O FLU, 09/12/2012. Por: Juliana Dias Ferreira 09/12/2012. Atletas mirins dão show em corridas infantis, que estão virando tradição [...]

FlatFoot[1] Avaliação do uso do Enxerto Homólogo na Osteotomia de Alongamento do Calcâneo para Tratamento do Pé plano valgo neurológico

Rodrigo A. Góes dos Santos Celso Belfort Rizzi Junior Stélio Galvão Márcio Garcia Cunha Maurício Almeida Jesus Rangel Ricardo Carneiro [...]

lca Avaliação dos mecanismos de lesão do ligamento cruzado anterior no futebol

Luiz Antonio Martins Vieira1, Diogo Assis Cals de Oliveira2, Carlos Humberto Victoria3, Inácio Facó Ventura Vieira4, Rodrigo Araújo Góes dos [...]

tendao Análise Epidemiológica das Rupturas do Tendão Patelar

Rodrigo Araujo Góes dos Santos¹, Luiz Antonio Martins Vieira², Carlos Humberto V. Victoria³, Diogo Assis Cals de Oliveira³ RESUMO Objetivo: [...]

joelho Análise epidemiológica das rupturas do ligamento cruzado anterior em pacientes atendidos no Instituto Nacional de Traumato-Ortopedia.

Luiz Antonio Martins Vieira1, Diogo Assis Cals de Oliveira2, Carlos Humberto Victoria3, Marcelo Motta Pereira4, Rodrigo Araújo Góes dos Santos5. [...]

site Avaliação da importância do Diabetes mellitus na incidência da Doença de Dupuytren

Renato Henriques Tavares1, Rodrigo Araújo Góes dos Santos2 Anderson Vieira Monteiro3,Saulo Fontes de Almeida4. RESUMO A contratura de Dupuytren é [...]

femur Avaliação da progressão do deslizamento após fixação “in situ” para tratamento do escorregamento epifisário proximal do fêmur.

Avaliação da progressão do deslizamento após fixação “in situ” para tratamento do escorregamento epifisário proximal do fêmur*  RODRIGO ARAUJO GÓES [...]

lesões esqui Lesões no Esqui Alpino

Moramos em um país tropical, onde prevalecem os esportes praticados na areia da praia ou no mar, como o vôlei [...]

SITE Vila Olimpica London 2012 padrao As lesões mais comuns em Jogos Olímpicos

  Os Jogos Olímpicos de verão é o maior evento esportivo do mundo e ocorre a cada 4 anos, envolvendo [...]

Dr. Rodrigo com a tocha olímpica peq Londres 2012 – Uma Experiência Única

Como todos vocês sabem, destinei toda minha vida ao esporte, inicialmente como atleta, depois como torcedor curioso e estudioso e [...]

bruno e rodrigo Amigos e sócios do Rio Cricket nas Olimpíadas de Londres

Nos gramados do Rio Cricket Associação Atlética eles cresceram juntos e alimentaram o mesmo sonho de um dia serem profissionais [...]

Rodrigo FLU Rumo às Olimpíadas

O niteroiense Rodrigo Góes viajou para Londres no início de julho para integrar a equipe de médicos da Comissão Olímpica [...]

sutura de menisco Sutura de Menisco

No passado, os pacientes que apresentavam quadro de dor no joelho, colocava-se a culpa nos meniscos. Chamavam de “doença do [...]

IMG_1263 Uma visita ao Instituto Reação

A seleção olímpica de judô fez os últimos treinos no Brasil antes dos Jogos de Londres, no dojô Pedro Gama [...]

ufrj Dr. Rodrigo Góes coordenou o módulo de Lesões no Futebol na Pós-Graduação em Futebol na UFRJ

No último dia 15 de abril aconteceu na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) o módulo de Lesões no [...]

rodrigo equador Dr. Rodrigo Góes a serviço da pátria

O mês de dezembro de 2011 foi muito especial para o Dr. Rodrigo Góes, convocado pela primeira vez para integrar [...]

rodrigo aaos Dr. Rodrigo Góes se torna membro da Academia Americana de Cirurgiões Ortopédicos

O encontro anual da American Academy of Orthopaedics Surgery (AAOS), o maior congresso de ortopedia do mundo, aconteceu em favereiro, [...]

artrose e prótese Artrose e prótese de joelho: entenda o problema

Para a Organização Mundial de Saúde (OMS), vivemos a década da gonartrose. Para muitos, ter essa doença é apenas uma [...]

deformidades-angulares Deformidades angulares no joelho pediátrico

Uma queixa muito frequente no consultório de um cirurgião de joelho ou ortopedista pediátrico diz respeito à aflição dos pais [...]

equipe-handball-brasil Dr. Rodrigo Góes foi responsável pela equipe médica dos Jogos Sul-Americanos de Rugby

A convite da Confederação Brasileira de Rugby (CBRu), Dr. Rodrigo Góes foi o coordenador da equipe médica dos Jogos Sul-Americanos [...]

dr-rodrigo-transplante-menisco Entenda o transplante de menisco

Convidado pelo Dr. Robert McCormack, médico chefe do Comitê Olímpico Canadense e do Grupo de “Sports Injuries” da British Columbia [...]